Dedetizadora de Mosquitos (Fumacê)

Combate ao Aedes Aegypti: prevenção e controle da Dengue, Chikungunya e Zika

Fumacê Kombat Biosystem

Combate ao Aedes Aegypti – #CombateAedes

O Ministério da saúde convoca a população brasileira a continuar, de forma permanente, com a mobilização nacional pelo combate ao mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya, doenças que podem gerar outras enfermidades, como microcefalia e Guillain-Barré, o Aedes Aegypti.

O período do verão é o mais propício à proliferação do mosquito Aedes aegypti, por causa das chuvas, e consequentemente é a época de maior risco de infecção por essas doenças. No entanto, a recomendação é não descuidar nenhum dia do ano e manter todas as posturas possíveis em ação para prevenir focos em qualquer época do ano.

Por isso, a população deve ficar atenta e redobrar os cuidados para eliminar possíveis criadouros do mosquito. Essa é a única forma de prevenção. Faça a sua parte. #CombateAedes

DENUNCIE FOCOS DO MOSQUITO AEDES AEGYPTI: Quando o foco do mosquito Aedes Aegypti é detectado e não pode ser eliminado pelos moradores ou pela população, como em terrenos baldios ou lixos acumulados na rua, a Secretaria Municipal de Saúde deve ser acionada para remover os possíveis focos/criadouros. Faça sua parte!

AGORA É LEI: Os agentes de combate a endemias que trabalham no combate ao Aedes Aegypti podem realizar entrada forçada em imóveis públicos e particulares abandonados ou com ausência de pessoa que possa permitir o acesso ao local ou no caso de recusa de acesso.

Cuidados na gestação devem ser diários – contra o mosquito Aedes Aegypti

 

Cuidados com a saúde devem ser diários. No período da gravidez, essa atenção com a saúde deve ser redobrada, principalmente em relação ao mosquito da dengue (aegypti) e as doenças que ele pode transmitir (dengue, febre amarela, zika e chikungunya).

 

• a gestante deve ser acompanhada em consultas de pré-natal;
• realizar todos os exames recomendados pelo médico;
• não consumir bebidas alcoólicas ou qualquer tipo de droga;
• não usar medicamentos sem orientação médica.
Ultimamente, a preocupação com o mosquito Aedes aegypti, que transmite a dengue, a febre chikungunya e também o vírus Zika, aumentou. O Ministério da Saúde está investigando o nascimento de bebês com microcefalia relacionada ao vírus Zika. Por isso, alguns cuidados, que já devem fazer parte da rotina da população, precisam ser aumentados:
• Adoção de medidas que eliminem a presença de mosquitos transmissores de doenças e seus criadouros (retirar recipientes que tenham água parada e cobrir adequadamente locais de armazenamento de água);
• Proteção contra mosquitos, com portas e janelas fechadas ou teladas;
• Uso de calça e camisa de manga comprida e com cores claras;
• Denúncia de locais com focos do mosquito à prefeitura;
• Mosquiteiros proporcionam boa proteção pra aqueles que dormem durante o dia (por exemplo: bebês, pessoas acamadas e trabalhadores noturnos);
• Uso de repelentes indicados para gestantes.

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Ações de combate ao mosquito Aedes Aegypti

As principais ações de combate ao mosquito Aedes Aegypti e eliminação das arboviroses, como zika, dengue e chikumgunya, acontecem por diversas formas. A principal dela é atuação consciente e permanente da população.
No âmbito do Ministério da Saúde, existem:

Programas permanentes de prevenção e combate ao mosquito;
• desenvolvimento de campanhas de informação e mobilização das pessoas;
• fortalecimento da vigilância epidemiológica e entomológica para ampliar a capacidade de predição e de detecção precoce de surtos da doença;
• melhoria da qualidade do trabalho de campo de combate ao vetor (mosquito Aedes Aegypti);
• integração das ações de controle da dengue na atenção básica, com a mobilização dos Programas de Agentes Comunitários de Saúde (PACS) e Programas de Saúde da Família (PSF);
• utilização de instrumentos legais que facilitem o trabalho do poder público na eliminação de criadouros em imóveis comerciais, casas abandonadas ou fechadas, terrenos baldios;
• atuação em vários setores, por meio do fomento à destinação adequada de resíduos sólidos e a utilização de recursos seguros para armazenagem de água;
• desenvolvimento de instrumentos mais eficazes de acompanhamento e supervisão das ações desenvolvidas pelo Ministério da Saúde, estados e municípios.
ATENÇÃOI: Como toda infecção, as doenças provocadas pelo mosquito Aedes Aegypti (zika, dengue, febre amarela e chikungunya) podem levar ao desenvolvimento síndrome de Guilliain-Barre encefalite e outras complicações neurológicas. Especialmente as regiões com epidemias por Zika Vírus, têm aumento substancial de internações de pacientes com a Guillain-Barré.

 

O que a população deve fazer para combater o mosquito Aedes Aegypti?

 

A principal ação que a população tem é se informar, conscientizar e evitar água parada em qualquer local em que ela possa se acumular, em qualquer época do ano.
As principais medidas de prevenção e combate ao Aedes Aegypti são:

• Manter bem tampado tonéis, caixas e barris de água;
• Lavar semanalmente com água e sabão tanques utilizados para armazenar água;
• Manter caixas d’agua bem fechadas;
• Remover galhos e folhas de calhas;
• Não deixar água acumulada sobre a laje;
• Encher pratinhos de vasos com areia ate a borda ou lavá-los uma vez por semana;
• Trocar água dos vasos e plantas aquáticas uma vez por semana;
• Colocar lixos em sacos plásticos em lixeiras fechadas;
• Fechar bem os sacos de lixo e não deixar ao alcance de animais;
• Manter garrafas de vidro e latinhas de boca para baixo;
• Acondicionar pneus em locais cobertos;
• Fazer sempre manutenção de piscinas;
• Tampar ralos;
• Colocar areia nos cacos de vidro de muros ou cimento;
• Não deixar água acumulada em folhas secas e tampinhas de garrafas;
• Vasos sanitários externos devem ser tampados e verificados semanalmente;
• Limpar sempre a bandeja do ar condicionado;
• Lonas para cobrir materiais de construção devem estar sempre bem esticadas para não acumular água;
• Catar sacos plásticos e lixo do quintal.

REPELENTES

Os repelentes de uso tópico, aplicado na pele, podem fazer parte dos cuidados contra dengue, chikungunya e Zika. A recomendação da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária ) é clara: não há qualquer impedimento para a utilização desses produtos por mulheres grávidas, desde que os repelentes estejam devidamente registrados na Agência. As recomendações de uso descritas no rótulo de cada produto devem ser seguidas à risca. Os produtos à base de DEET não devem ser usados em crianças menores de dois anos. Entre 2 anos e 12 anos, a concentração máxima do produto deve ser de 10% e a aplicação deve se restringir a três vezes por dia. Alguns cuidados devem ser observados no uso:

• Repelentes devem ser aplicados nas áreas expostas do corpo e por cima da roupa;
• A reaplicação deve ser realizada de acordo com indicação de cada fabricante;
• Para aplicação da forma spray no rosto ou em crianças, o ideal é aplicar primeiro na mão e depois espalhar no corpo, lembrando sempre de lavar as mãos com água e sabão depois da aplicação.
• Em caso de contato com os olhos, é importante lavar imediatamente a área com água corrente.
Além do DEET, os princípios ativos mais recorrentes em repelentes no Brasil são utilizados em cosméticos: o Icaridin e o IR 3535, além de óleos essenciais, como Citronela. Embora não tenham sido encontrados estudos de segurança realizados em gestantes, estes princípios são reconhecidamente seguros para uso em produtos cosméticos conforme regulamentação do setor

 

Repelentes ambientais e inseticidas

Repelentes Ambientais

Inseticidas, usados para matar mosquitos adultos, e repelentes ambientais, usados para afastar os mosquitos (encontrados na forma de espirais, líquidos e pastilhas de aparelhos elétricos), também podem ser adotados no combate ao mosquito Aedes aegypti, desde que registrados na Anvisa e sejam obedecidos todos os cuidados e precauções descritas nos rótulos dos produtos. Os inseticidas “naturais” à base de citronela, andiroba e óleo de cravo, entre outros, não possuem comprovação de eficácia nem a aprovação pela Anvisa, até o momento. Portanto, todos os produtos anunciados como “naturais”, comumente comercializados como velas, odorizantes de ambientes, limpadores e os incensos, que indicam propriedades repelentes de insetos, não estão aprovados pela Agência e não possuem eficácia comprovada.

Zika X Microcefalia

 

O aumento de casos de microcefalia em bebês, relacionada ao vírus Zika, está preocupando as gestantes. O risco foi identificado nos primeiros três meses de gravidez. As investigações sobre o tema continuam para esclarecer questões como a transmissão desse agente, a sua atuação no organismo humano, a infecção do feto e período de maior vulnerabilidade para a gestante.
Os casos de microcefalia reforçam ainda mais a importância dos cuidados para eliminação do mosquito da dengue (aedes aegypiti).

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Aleitamento materno

 

Aleitamento Materno-Como não há evidência científica que demonstre a transmissão do vírus Zika pelo leite materno, o Ministério da Saúde recomenda que seja mantido o aleitamento materno contínuo até os dois anos ou mais, sendo exclusivo nos primeiros seis meses de vida. O aleitamento materno é a estratégia isolada que mais previne mortes infantis, além de promover a saúde física, mental e psíquica da criança e da mulher que amamenta. Da mesma forma, o Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC), dos Estados Unidos da América, também recomenda a manutenção da amamentação nesta situação.

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Qual o ciclo do mosquito Aedes Aegypti?

 

O ciclo de vida do mosquito Aedes aegypti compreende quatro fases: ovo, larva, pupa e adulto. Os ovos são depositados em condições adequadas, ou seja, em lugares quentes e úmidos, preferencialmente depositados em lugares próximos a linha d’água, em recipientes como latas e garrafas vazias, pneus, calhas, caixas d’água descobertas, pratos sob vasos de plantas dentro ou nas proximidades das casas, apartamentos, hotéis, ou em qualquer local com água limpa parada. Apesar disso, alguns estudos apontam focos do mosquito em água suja também.

O macho alimenta-se de seivas de plantas. A fêmea, no entanto, necessita de sangue humano para o amadurecimento dos ovos, que são depositados separadamente nas paredes internas dos objetos, próximos a superfícies de água, local que lhes oferece melhores condições de sobrevivência

Dedetizadora de mosquito

Quais períodos do ano mais favoráveis para surtos de Aedes Aegypti?

 

Os maiores casos e epidemias das doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti ocorrem no período das chuvas, de outubro a março, em razão das condições ambientais estarem mais propícias ao desenvolvimento dos ovos. No entanto, é importante manter higiene e ter cuidado com todos os locais que podem acumular água parada em qualquer época do ano, pois os ovos são resistentes a dessecação e podem sobreviver no meio ambiente 450 dias, bastando pouca quantidade de água como uma pequena poça para que haja a eclosão das larvas.

Essa é a forma de prevenção mais efetiva e depende, principalmente, da população.

Recomendações gerais para viajantes no combate ao aedes aegypti

 

Independente do destino ou motivo da viagem é importante que o viajante adote medidas para reforçar a proteção contra o mosquito Aedes aegypti, como utilizar repelentes, manter portas e janelas fechadas ou teladas, usar calça e camisa de manga comprida etc.

No caso de viagens, as recomendações para prevenir as doenças causadas pelo mosquito da dengue (aedes aegypti) são essas:
• Ao chegar ao seu local de hospedagem (hotel, pousada, albergue e outros), verifique cuidadosamente se há algum criadouro do mosquito e elimine-o;
• O risco de infecção por dengue, Chikungunya e vírus Zika podem ser reduzidos, se forem evitadas as picadas.
• Hospede-se em locais que disponham de telas de proteção nas portas e janelas, especialmente se estiver longe das capitais, ou leve o mosquiteiro/cortinado como alternativa;
• Em passeios eco turísticos, utilize roupas que protejam o corpo contra picadas de insetos e carrapatos, como camisas de mangas compridas, calças, meias e sapatos fechados;
• Aplique repelente nas áreas expostas da pele, seguindo a orientação do fabricante;
• Pessoas infectadas com os vírus Zika, chikungunya ou dengue são o reservatório de infecção para outras pessoas, tanto em casa como na comunidade. Portanto, a pessoa doente, deve seguir as medidas de proteção, evitando a propagação da doença.

No caso das gestantes, o Ministério da Saúde recomenda que elas façam um pré-natal qualificado e todos os exames previstos nesta fase, além de relatarem aos profissionais de saúde qualquer alteração que perceberem durante a gestação. É importante reforçar que, em qualquer situação, as gestantes precisam consultar seu médico antes de viajar e que é necessário um cuidado especial em viagens.

Medidas de prevenção pessoal para gestantes e mulheres em idade fértil com possibilidade de engravidar:

Evite ambientes com presença de mosquitos, sem as medidas de proteção recomendadas;
• Sempre que possível utilize roupas que protejam a maior parte possível da superfície da pele;
• Os repelentes à base de DEET, icaridin, ou picaridin e IR 3535ou EBAAP, são considerados seguros para uso durante a gestação;
• Se houver qualquer alteração no seu estado de saúde, comunique o fato aos profissionais de saúde para acompanhamento da gestação;
• Antes de fechar a casa para viajar, verifique cuidadosamente se há algum criadouro do mosquito e elimine-o.
• Pessoas infectadas com os vírus Zika, Chikungunya ou Dengue são o reservatório de infecção para outras pessoas, tanto em casa como na comunidade. Portanto, a pessoa doente, deve seguir as medidas de proteção acima citadas. Evitando a propagação da doença.

O que é o mosquito Aedes Aegypti?

 

O Aedes aegypti é o nome científico de um mosquito ou pernilongo que transmite a dengue, febre amarela urbana, além da zika e da chikungunya, doenças chamadas de arboviroses. Possui uma característica que o diferencia dos demais mosquitos, que é a presença de listras brancas no tronco, cabeça e pernas.

O Aedes aegypti não é um mosquito nativo. Originário da África, já foi eliminado do Brasil na história do controle da dengue em 1955, retornando em 1976 por falhas de cobertura de ações do controle. Provavelmente teve sua reintrodução por meio de fronteiras e portos e alcança altas infestações em domicílios localizados em regiões com altas temperaturas e umidades, principalmente na época chuvosa e quente (verão), típica de países tropicais como o Brasil.

IMPORTANTÍSSIMO: A dificuldade do controle do mosquito no Brasil é a não uniformidade do cumprimento das diretrizes do programa de controle da dengue, zika e chikungunya em todos os municípios, além da incapacidade da vigilância epidemiológica e entomológica em eliminar todos os focos (criadouros) possíveis existentes em todas as regiões de todas as cidades brasileiras. Por isso, a participação social é fundamental. É necessário que cada um faça sua parte, eliminando todos os possíveis focos de proliferação do mosquito.

O Aedes Aegypti pode sobreviver e transmitir doenças em qualquer época do ano?

 

Sim, o mosquito sobrevive e pode transmitir arboviroses em qualquer época do ano. Porém, o aumento do número de casos ocorre nos meses mais quentes e chuvosos pela maior eclosão de larvas, maior disponibilidade de pequenas ou médias acumulações de água nos criadouros diversos e aumento do número de mosquitos adultos.

Quais são as pessoas mais suscetíveis às doenças transmitidas pelo Aedes Aegypti?

 

A susceptibilidade aos arbovírus é universal. No entanto, fatores de risco individuais, tais como idade, etnia, presença de outras doenças na pessoa e infecção secundária podem determinar a gravidade da doença. Crianças mais novas, particularmente, podem ser menos capazes que adultos de combater os vírus e, consequentemente, têm maior risco e choque por dengue, principalmente. Grupos de pessoas que possuem piores condições socioeconômicas e que vivem em lugares com pior qualidade ambiental também podem ser mais susceptíveis devido a quantidade maior de criadouros para o desenvolvimento das larvas do mosquito, que acontece basicamente em locais onde se acumula água parada.

Quais as regiões mais suscetíveis ao desenvolvimento do mosquito Aedes Aegypti?

 

A distribuição do mosquito Aedes Aegypti é em toda faixa tropical do globo terrestre. Cidades bastante urbanizadas com grande concentração de lagos, lagoas, rios, manguezais, canais, florestas, parques, etc, locais onde haja o crescimento urbano desordenado com maior número de imóveis ocupados por borracharias, depósitos de materiais de reciclagem, oficinas mecânicas, que possuem menor renda per-capita, que vivem em bairros com maior proporção de ruas sem pavimentação. Locais com maior quantidade de criadouros como piscinas, caixas d’agua parcialmente tampadas, lixos, garrafas, pneus e sucata a céu aberto.

Quais são as doenças que o mosquito Aedes Aegypti pode transmitir?

O mosquito Aedes aegypti é transmissor de algumas doenças, conhecidas como arbivorses. É importante ressaltar que somente os mosquitos infectados transmitem a doença.
As principais doenças transmitidas pelo Aedes aegypti são:
• Febre Amarela: febre alta, mal estar, dores musculares, dor de cabeça e calafrios.
Acesse a página temática de Febre Amarela
• Dengue: febre alta súbita, dor de cabeça e dor no corpo e articulações, náuseas e vômitos, também podem haver manchas vermelhas no corpo e coceira.
Acesse a página temática de Dengue
• Zika: recente no Brasil e que tem provocado muita preocupação, principalmente nas gestantes, pelo fato de estar sendo associada às ocorrências de microcefalia em recém-nascidos.Sintomas: febre não muito alta, dor de cabeça, dor nas articulações, manchas vermelhas no corpo com coceira, vermelhidão nos olhos e cansaço, em algumas pessoas pode não ter nenhum sintoma.
Acesse a página temática de Zika
• Chikungunya: doença que ocorre junto com a dengue e cujos sintomas se confundem: febre alta súbita, dor de cabeça constante, manchas vermelhas no corpo com coceira intensa e dor forte nas articulações com inchaço.

MITOS E VERDADES SOBRE O MOSQUITO AEDES AEGYPTI E ARBOVIROSES

 

Citronela, andiroba e óleo de cravo: estes produtos funcionam para afastar o mosquito Aedes aegypti?
Essas alternativas não são totalmente ineficazes, mas elas não garantem o resultado que as pessoas esperam com relação ao Aedes aegypti. O indicado é observar o que o Ministério da Saúde recomenda: tirar 10 minutos do tempo de cada um, e o próprio cidadão inspecionar a sua casa, verificar se não há nenhum depósito com a água parada, depósitos expostos à chuva ou qualquer objeto que possa acumular água.

O mosquito Aedes Aegypti só pica de dia?
O Aedes aegypti tem hábitos diurnos, no interior da residência ele pode ser encontrado, preferencialmente, em locais sombreados e escuros, como por exemplo, atrás da geladeira, atrás das cortinas, atrás do guarda-roupa. O Aedes pode se alimentar de sangue humano durante o dia inteiro. O cidadão deve arejar a casa, abrir as janelas, ventilar o ambiente, pois o inseto tem fotofobia – aversão à luz -. Assim, recomenda-se manter a casa diariamente arejada e clareada. Mas, atenção: se existir algum espécime do vetor dentro de casa, em que o morador passe o dia inteiro fora e inexistir fonte de alimentação, pode ocorrer do Aedes aegypti picar no período da noite. Ele é um mosquito inteiramente adaptado e adaptável ao meio urbano. Comumente, ele pica durante o dia, mas dependendo da necessidade e do ambiente, ele pode picar a noite também.

O mosquito Aedes Aegypti já nasce infectado pelas doenças que transmite?
O mosquito pode apresentar partículas virais, no entanto, a carga não é suficiente para infectar outras pessoas. Ele se infecta ao picar um ser humano em seu período de viremia, em que o paciente apresenta os primeiros sintomas, e geralmente dura uma semana.

O mosquito Aedes Aegypti se reproduz apenas em água limpa?
Isso é um mito! Nos últimos 20 anos vem ocorrendo um processo de adaptação biológica no vetor. Hoje, com os altos índices de infestação, a probabilidade da adaptação é alta. Atualmente já encontramos Aedes em fossas, cisternas, boca de lobo, ou seja, depósitos que antes não eram explorados pelo mosquito vêm sendo utilizado para postura dos ovos. É possível encontrar o Aedes aegypti na água suja sim.

O mosquito Aedes Aegypti pode transmitir o vírus HIV?
Não. Até o presente momento o Aedes aegypti transmite, comprovadamente, dengue, febre amarela urbana, Zika e chikungunya.

O mosquito Aedes Aegypti pica em áreas da zona rural?
Não há registro de grandes infestações ou infestação considerável de Aedes aegypti em área rural neste local há outro Aedes, o Aedes albopictus.

Limpeza do local a ser tratado com realização de capinas, poda de arbustos e árvores, limpeza do ambiente com a retirada de lixos ou entulhos, limpeza de córregos d´água, valas, valões e rios, poda das árvores, aplicação de larvicidas, aplicação de inseticidas através de pulverizadores costais, equipamentos atomizadores e termo nebulizadores (veicular ou portátil).

As pessoas geralmente entram em contato solicitando a aplicação de fumacê em seus condomínios, residências, sítios, industrias, etc. O que as pessoas tem de saber é que tratamento contra mosquitos não é a mesma coisa que um tratamento contra baratas, cupins, traças, etc. Mosquitos se deslocam com enorme facilidade. Podemos fazer o tratamento contra mosquitos e logo após o local ser tomado por uma nova infestação, porém citamos que ruim com o tratamento contra mosquitos, pior sem ele. Para um tratamento ser o mais eficiente possível, é necessário a combinação de todos os métodos relacionados acima mais a aplicação de larvicidas em locais onde haja poças d`água, jardins, chafarizes, ralos, bueiros, etc.

A Kombat Bio System Pest Control é especializada no tratamento contra mosquitos. Atualmente, realizamos esse tipo de serviço em vários Condomínios da Barra da Tijuca e Recreio dos Bandeirantes. Possuímos todos os tipos de equipamentos necessários para a realização de controle de mosquitos em seu Condomínio, indústria, residência ou sitio além de uma equipe constituída por pessoal técnico que sabe o que faz.

Se você estiver com problemas de mosquitos, entrem em contato através dos telefones acima.

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Mais de mil cidades podem ter surto de dengue, Zika e Chikungunya

Mais de mil cidades podem ter surto de dengue, zika e Chikungunya
O novo Levantamento Rápido de Índices de Infestação pelo Aedes aegypti (LIRAa) indica que 1.153 municípios brasileiros (22%) apresentaram um alto índice de infestação, com risco de surto para dengue, zika e chikungunya. O Ministério da Saúde alerta a necessidade de intensificar as ações de combate ao Aedes aegypti, mesmo durante o outono e inverno, em todo o país. Ao todo, 5.191 municípios realizaram algum tipo de monitoramento do mosquito transmissor dessas três doenças, sendo 4.933 por levantamento de infestação (LIRAa/LIA) e 258 por armadilha. A metodologia da armadilha é utilizada quando a infestação do mosquito é muito baixa ou inexistente.
Confira a lista de municípios
Saiba tudo sobre o combate ao Aedes aegypti
“O resultado do levantamento indica que é necessário dar mais atenção nas ações de combate ao mosquito. A prevenção não pode ser interrompida, mesmo no período mais frio do ano”, alertou o secretário de Vigilância em Saúde, do Ministério da Saúde, Osnei Okumoto. Segundo o secretário, a continuidade das ações é importante para manter baixos os índices de infestação, justamente para quando chegar a época de maior proliferação. “Assim será possível manter a redução do número de casos” explicou o secretário.

Além das cidades em situação de risco, o levantamento identificou 2.069 municípios em alerta, com o índice de infestação predial (IIP) entre 1% a 3,9% e 1.711 municípios com índices satisfatórios, inferiores a 1%. No total, 20 capitais realizaram o Levantamento Rápido de Índices por Aedes aegypti (LIRAa), duas capitais fizeram por armadilha e 5 não enviaram informações. Apenas três capitais estão com índice satisfatório: São Paulo (SP), João Pessoa (PB) e Aracaju (SE). Duas capitais estão em risco: Cuiabá (MT) e Rio Branco (AC). Quinze capitais estão em alerta: Rio de Janeiro (RJ), Fortaleza (CE), Porto Velho (RO), Palmas (TO), Maceió (AL), Salvador (BA), Teresina (PI), Recife (PE), Brasília (DF), Vitória (ES), São Luis (MA), Belém (PA), Macapá (AP), Manaus (AM) e Goiânia (GO).
As capitais Boa Vista (RR), Belo Horizonte (MG), Curitiba (PR), Florianópolis (SC) e Campo Grande (MS) não enviaram informações. Os municípios de Natal (RN) e Porto Alegre (RS) realizaram levantamento por armadilha. Os dados foram coletados no período de janeiro a 15 de março.

O Levantamento Rápido de Índices por Aedes aegypti (LIRAa), é um instrumento fundamental para o controle do vetor e das doenças (dengue, zika e chikungunya). Com base nas informações coletadas, o gestor pode identificar os bairros onde estão concentrados os focos de reprodução do mosquito, bem como o tipo de criadouro predominante. O objetivo é que, com a realização do levantamento, os municípios tenham melhores condições de fazer o planejamento das ações de combate e controle do mosquito.

CRIADOUROS

A metodologia permite identificar onde estão concentrados os focos do mosquito em cada município, além de revelar quais os principais tipos de criadouros predominantes. Os resultados reforçam a necessidade de intensificar imediatamente as ações de prevenção contra a dengue, zika e chikungunya, em especial nas cidades em risco e em alerta.
Saiba como é o ciclo do mosquito Aedes aegypti
O armazenamento de água no nível do solo (doméstico), como tonel, barril, foi o principal tipo de criadouro na região nordeste. Nas regiões norte, sul e centro oeste, o maior número de depósitos encontrados foi em lixo, como recipientes plásticos, garrafas PET, latas, sucatas e entulhos de construção. Na região Sudeste predominaram os depósitos móveis, caracterizados por vasos/frascos com água, pratos e garrafas retornáveis.

AÇÕES

As ações de prevenção e combate ao mosquito Aedes aegypti são permanentes e tratadas como prioridade pelo Governo Federal. Desde a identificação do vírus zika no Brasil e sua associação com os casos de malformações neurológicas, o governo mobilizou todos os órgãos federais (entre ministérios e entidades) com a criação da Sala Nacional de Coordenação e Controle (SNCC) para combate ao Aedes, coordenada pelo Ministério da Saúde, que orienta e articula ações contínuas ao longo do ano com governos estaduais e municipais para combate ao vetor e monitora a situação epidemiológica e as atividades para enfrentamento do mosquito.
Para isso, o Ministério da Saúde tem garantido orçamento crescente aos estados e municípios. Os recursos para as ações de Vigilância em Saúde, que inclui o combate ao Aedes aegypti, cresceram nos últimos anos, passando de R$ 924,1 milhões em 2010 para R$ 1,94 bilhão em 2017. Para 2018, a previsão é que o orçamento de vigilância em saúde para os estados chegue a R$ 1,9 bilhão. Este recurso é destinado à vigilância das doenças transmissíveis, entre elas dengue, zika e chikungunya. O recurso é repassado mensalmente a estados e municípios.

CASOS DE DENGUE, ZIKA E CHIKUNGUNYA

Em 2018, até 21 de abril, foram notificados 101.863 casos prováveis de dengue em todo o país, uma redução de 20% em relação ao mesmo período de 2017 (128.730). Também houve queda expressiva no número de óbitos. A redução foi de 44%, passando de 72 em 2017 para 40 em 2018.

Em relação à chikungunya, foram registrados 29.675 casos prováveis de febre chikungunya. A redução é de 65% em relação ao mesmo período do ano passado, quando foram registrados 86.568 casos. Em 2018, houve 4 óbitos confirmados laboratorialmente. Em 2017, no mesmo período, foram 83 mortes.

Também foram registrados 2.985 casos prováveis de Zika em todo país, uma redução de 70% em relação ao mesmo período de 2017 (10.286). Neste ano, foi registrado um óbito pela doença.

http://portalms.saude.gov.br

CONTROLE DE MOSQUITOS_MARAPENDI (1)
CONTROLE DE MOSQUITOS_MARAPENDI (1)
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Não permita que os mosquitos tirem de você a alegria de curtir os dias ensolarados e quentes de verão.

 

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Combatemos as seguintes espécies de Mosquitos:

Aedes aegypti

O Aedes aegypti acompanhou o Homem em sua permanente migração. É sem duvida o mosquito mais associado ao Homem, utilizando na maioria das vezes os recipientes artificiais que acumulam água para depositar seus ovos e dar início a um novo ciclo biológico. As fêmeas de Aedes aegypti picam em busca de sangue, essencial para o desenvolvimento dos ovos em horários diurnos, com predominância ao amanhecer e próximo ao crepúsculo vespertino. É um mosquito agressivo e ágil, pica com extrema facilidade e afasta-se do hospedeiro a qualquer momento em que sinta ameaçado.

Estando infectada, disseminará o vírus da dengue, zika ou da febre amarela a diversas pessoas em um único dia.

Aedes albipictus

Com hábitos semelhantes ao do Aedes, é porém mais eclético na escolha de hospedeiros: homens, aves e outros animais. O Aedes albipictus coloca os seus ovos aos poucos, usando recipientes artificiais ou naturais, com água. Penetra no domicilio humano mas é mais frequente ao redor das residências. Os hábitos do Aedes albopictus podem transformá-lo em elo de ligação entre os ciclos silvestre e urbano da febre amarela e outras arboviroses.

Culex quinquefasciatus

Mais conhecido pelo nome popular de pernilongo ou muriçoca, o Culex quinquefasciatus é uma verdadeira praga para os moradores das regiões mais quentes das Américas, Ásia, África e Oceania. Demonstra preferência especial pelo Homem. É encontrado com frequência dentro das casas, embaixo e atrás dos móveis, principalmente nos quartos.

A BioSystem Dedetizadora é especializada no combate de mosquitos em condomínios, residências e em empresas com o uso do Fumacê. Essa técnica é especial para o combate dos mosquitos alcançando locais que alguns equipamentos e produtos não conseguem, dedetizando essas pragas urbanas de maneira eficaz!

As três febres

Febre da Dengue

A dengue tomou conta do país, incluindo a ocorrência de inúmeras epidemias graves e mais brandas, com mortes e dengue hemorrágicas. O número de casos cresceu 162% em um ano no país. Foram 224,1 mil de 1º de janeiro a 7 de março deste ano, contra 85,4 mil no mesmo período de 2014.

Mesmo com o avanço quantitativo nos diagnósticos de dengue, houve uma redução de 9,75% no total de casos graves. O recuo foi ainda mais significativo quando se observa o numero de mortes que caiu 31,5%, de 76 para 52 óbitos.

No total, 18 capitais estão em estado de alerta. Entre elas, São Paulo, Belo Horizonte, Rio de Janeiro e Vitória. Apenas uma esta em situação de risco.

Em numero de casos confirmados, o estado de São Paulo teve o maior crescimento: os registro saltaram de 15.605 para 123.738. Mais a maior quantidade de diagnóstico por 100.000 habitantes foi observada no Acre, onde a incidência cresceu de 40 para 695 por 100 mil habitantes.

Os registro em São Paulo passaram de 35 para 281 casos por 100.000 habitantes. No estado do Rio de Janeiro, o número absoluto mais que dobrou, de 2.678 para 5.693 casos. A OMS ( Organização Mundial da Saúde ) ressalta que a doença que mais cresce em numero de vítimas no mundo é a Dengue.

Os números confirmam a gravidade da situação. A população de se manter em estado de alerta, uma vez que a chegada do período das chuvas facilita a proliferação de criadouros dos mosquitos que causam a doença – é o mote permanente.

 

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Febre do Nilo Ocidental

De introdução recente, o agente etiológico da Febre do Nilo é um vírus da família Flaviviridae, a mesma do agente etiológico das outras febres, incluindo a febre amarela.

Algumas aves silvestres migratórias são reservatórios de vírus, podendo vir a adoecer e morrer. O vetor de destaque na transmissão é o Culex quinquefasciatus, nosso pernilongo urbano de ampla Valencia ecológica e ampla distribuição. A febre do Nilo Ocidental é uma infecção viral que pode transcorrer de forma subclinica ou com sintomatologia de efeito distintos. O vírus do Oeste do Nilo afeta o sistema nervoso central.

Os sintomas variam. As pessoas geralmente desenvolvem sintomas entre 3 e 14 dias após terem sido picadas pelo mosquito infectado. Os sintomas severos podem incluir febre alta, dor de cabeça, rigidez do pescoço, torpor, desorientação, coma, tremores, convulsões, fraqueza muscular, perda de visão, entorpecimento e paralisia.

Estes sintomas podem durar varias semanas e os efeitos neurológicos podem ser permanentes. Sintomas mais moderados em algumas pessoas apontam que até 20% das pessoas que são infectadas exibem sintomas que podem incluir febre, dor de cabeça, dores no corpo, náusea, vômitos e às vezes aumento dos gânglios linfáticos ou erupção cutânea no tórax, barriga e dorso. Os sintomas podem durar poucos dias, embora ate mesmo pessoas saudáveis possam ficar doentes por varias semanas.

Também ocorre a infecção sem sintoma, onde aproximadamente 80% das pessoas ( cerca de 4 em 5 ) que são infectadas com o vírus do Oeste do Nilo são assintomáticas. O diagnóstico é por inoculação de soro sanguíneo em culturas celulares; ou pela sorologia.

Os graus de gravidade variam desde febre e mialgia até encefalite grave. As formas graves ocorrem com maior frequência em idosos. O Min. da Saúde registrou o primeiro caso de Febre do Nilo Ocidental ( FNO) em trabalhador rural no Piauí, em dezembro de 2014.

OS 13 MAIORES INSETOS DO MUNDO

1. Cerambicídeo gigante

2. Besouro elefante

3. Gafanhoto gigante da malásia

4. Barata-rinoceronte

5. Bicho-pau gigante

6. Grilo gigante

7. Mariposa atlas

8. Vespa tarântula

9. Vespa mandarina

10. Louva-a-Deus chinês

11. Ornitóptera Rainha Alexandra

12. Barata d’água gigante

13. Besouro Golias

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Febre Chikungunya

Já popularizada como “prima da Dengue”. Enquanto o número de casos de dengue diminuiu, o país passou a enfrentar em 2014 a introdução e o aumento nos registros de uma outra doença, transmitida pelos mesmos vetores da primeira: a febre chikungunya, conhecida como prima da dengue.

Até 27 de dezembro, já haviam sido confirmados 2.258 casos de chikungunya. No fim de novembro, um boletim do Min. Da Saúde, apontava 1.364 – um aumento de 65% em cerca de um mês. Do total de casos, 93 foram importados, ou seja, adquiridos por pessoas que viajaram para países onde também há transmissão da doença.

Os demais são casos autóctones adquiridos no Brasil. Os estados do Amapá e Bahia concentram a maior parte dos registros. O foco é maior em duas cidades Oiapoque ( AP) que já registra 1.146 casos e Feira de Santana (BA) com 816. O novo levantamento aponta ainda 198 casos confirmados em Riachão do Jacuípe (BA), um em Baixa Grande (BA) três no Distrito Federal e um em Campo Grande (MS).

SINTOMAS – A infecção por Chikungunya é semelhante a ocorrida pela Dengue. Os sintomas da doença são parecidos como febre, mal esta, dores e manchas vermelhas, mas o chikungunya pode causar dores mais fortes ( e de mais longa duração, até um ano ) nas articulações.

Eventualmente pode causar conjuntivite. As duas doenças são transmitidas pelos mosquitos Aedes aegypti e Aedes albopictus. No Brasil, não houve registro de transmissão de dengue pelo A. albopictus. Ao contrário da dengue no entanto, a chikungunya tem letalidade baixa – cerca de 1 morte para cada 1.000 casos. Em até um terço dos casos , as dores articulares continuam por um mês ou mais.

O Min. da Saúde afirma ter elaborado um plano nacional de contingência da doença, que prevê ações como intensificação das ações de vigilância, treinamento de profissionais e a preparação de laboratórios de referência para diagnóstico, além da eliminação de criadouros dos criadouros do mosquito.

Há informação ainda, de que pretende repassar, até o fim de janeiro, um verba compatível para o combate da dengue e da chikungunya. Tida como uma ameaça pan-americana, em expansão acelerada à semelhança da dengue não há vacina nem imunidade na população exposta. Sendo de baixa mortalidade mas de sintomas fortes, vem causando enormes sofrimentos na população atacada.

Em janeiro de 2014, já houve um salto de 111 para 1,16 milhão de casos, entre suspeitos e confirmados no continente americano, segundo a OMS. Supõe-se que no Brasil o pico de transmissão ainda esta por acontecer.

A Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Saúde do RJ esta atenta ao caso, mas confirma que a possibilidade de epidemias explosivas existe e que o risco é maior em relação à dengue.

Até o inicio de fevereiro havia risco de 44 casos, todos importados, com a entrada de 3 notificações. A recomendação sempre baseia-se na prevenção de criadouros de mosquitos transmissores, com a remoção de locais de água parada. A titulo de curiosidade, chikungunya significa “ aqueles que se dobram”, remetendo a fortes dores no corpo que fazem o individuo se curvar.

Febre amarela: sintomas, transmissão e
prevenção

Sintomas

A febre amarela é uma doença infecciosa grave, causada por vírus e transmitida por vetores. Geralmente, quem contrai este vírus não chega a apresentar sintomas ou os mesmos são muito fracos. As primeiras manifestações da doença são repentinas: febre alta, calafrios, cansaço, dor de cabeça, dor muscular, náuseas e vômitos por cerca de três dias. A forma mais grave da doença é rara e costuma aparecer após um breve período de bem-estar (até dois dias), quando podem ocorrer insuficiências hepática e renal, icterícia (olhos e pele amarelados), manifestações hemorrágicas e cansaço intenso. A maioria dos infectados se recupera bem e adquire imunização permanente contra a febre amarela.

Transmissão

A febre amarela ocorre nas Américas do Sul e Central, além de em alguns países da África e é transmitida por mosquitos em áreas urbanas ou silvestres. Sua manifestação é idêntica em ambos os casos de transmissão, pois o vírus e a evolução clínica são os mesmos — a diferença está apenas nos transmissores. No ciclo silvestre, em áreas florestais, o vetor da febre amarela é principalmente o mosquito Haemagogus e do gênero Sabethes. Já no meio urbano, a transmissão se dá através do mosquito Aedes aegypti (o mesmo da dengue). A infecção acontece quando uma pessoa que nunca tenha contraído a febre amarela ou tomado a vacina contra ela circula em áreas florestais e é picada por um mosquito infectado. Ao contrair a doença, a pessoa pode se tornar fonte de infecção para o Aedes aegypti no meio urbano. Além do homem, a infecção pelo vírus também pode acometer outros vertebrados. Os macacos podem desenvolver a febre amarela silvestre de forma inaparente, mas ter a quantidade de vírus suficiente para infectar mosquitos. O macaco não transmite a doença para os humanos, assim como uma pessoa não transmite a doença para outra. A transmissão se dá somente pelo mosquito. Os macacos ajudam a identificar as regiões onde estão acontecendo a circulação do vírus. Com estes dados, o governo distribui estrategicamente as vacinas no território nacional

Prevenção

Como a transmissão urbana da febre amarela só é possível através da picada de mosquitos Aedes aegypti, a prevenção da doença deve ser feita evitando sua disseminação. Os mosquitos criam-se na água e proliferam-se dentro dos domicílios e suas adjacências. Qualquer recipiente como caixas d’água, latas e pneus contendo água limpa são ambientes ideais para que a fêmea do mosquito ponha seus ovos, de onde nascerão larvas que, após desenvolverem-se na água, se tornarão novos mosquitos. Portanto, deve-se evitar o acúmulo de água parada em recipientes destampados. Para eliminar o mosquito adulto, em caso de epidemia de dengue ou febre amarela, deve-se fazer a aplicação de inseticida através do “fumacê”. Além disso, devem ser tomadas medidas de proteção individual, como a vacinação contra a febre amarela, especialmente para aqueles que moram ou vão viajar para áreas com indícios da doença. Outras medidas preventivas são o uso de repelente de insetos, mosquiteiros e roupas que cubram todo o corpo.

A população de e São Paulo, Rio de Janeiro e Bahia receberá a dose fracionada da vacina de febre amarela. A meta é vacinar 95% de 19,7 milhões. O objetivo é evitar a circulação e expansão do vírus. A dose padrão da vacina continuará sendo administrada em alguns grupos conforme a tabela abaixo.

 

Bio-Manguinhos/Fiocruz 2014
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