Dedetizadora de Mosquitos (Fumacê)

Dedetizadora de mosquito
Dedetizadora de mosquito
Dedetizadora de mosquito
Dedetizadora de mosquito

Dedetizadora de Mosquitos Termonebulização ( fumacê ) e U.B.V. Ultra baixo Volume na Zona Oeste

A BioSystem Dedetizadora desenvolve técnicas especiais para a dedetização de Dedetizadora de mosquito de maneira eficaz, garantindo a sua completa satisfação e a saúde dos seus familiares.

Combatemos as seguintes espécies de Mosquitos:

Aedes aegypti

O Aedes aegypti acompanhou o Homem em sua permanente migração. É sem duvida o mosquito mais associado ao Homem, utilizando na maioria das vezes os recipientes artificiais que acumulam água para depositar seus ovos e dar início a um novo ciclo biológico. As fêmeas de Aedes aegypti picam em busca de sangue, essencial para o desenvolvimento dos ovos em horários diurnos, com predominância ao amanhecer e próximo ao crepúsculo vespertino. É um mosquito agressivo e ágil, pica com extrema facilidade e afasta-se do hospedeiro a qualquer momento em que sinta ameaçado.

Estando infectada, disseminará o vírus da dengue, zika ou da febre amarela a diversas pessoas em um único dia.

Aedes albipictus

Com hábitos semelhantes ao do Aedes, é porém mais eclético na escolha de hospedeiros: homens, aves e outros animais. O Aedes albipictus coloca os seus ovos aos poucos, usando recipientes artificiais ou naturais, com água. Penetra no domicilio humano mas é mais frequente ao redor das residências. Os hábitos do Aedes albopictus podem transformá-lo em elo de ligação entre os ciclos silvestre e urbano da febre amarela e outras arboviroses.

Culex quinquefasciatus

Mais conhecido pelo nome popular de pernilongo ou muriçoca, o Culex quinquefasciatus é uma verdadeira praga para os moradores das regiões mais quentes das Américas, Ásia, África e Oceania. Demonstra preferência especial pelo Homem. É encontrado com frequência dentro das casas, embaixo e atrás dos móveis, principalmente nos quartos.

A BioSystem Dedetizadora é especializada no combate de mosquitos em condomínios, residências e em empresas com o uso do Fumacê. Essa técnica é especial para o combate dos mosquitos alcançando locais que alguns equipamentos e produtos não conseguem, dedetizando essas pragas urbanas de maneira eficaz!

As três febres

Febre da Dengue

A dengue tomou conta do país, incluindo a ocorrência de inúmeras epidemias graves e mais brandas, com mortes e dengue hemorrágicas. O número de casos cresceu 162% em um ano no país. Foram 224,1 mil de 1º de janeiro a 7 de março deste ano, contra 85,4 mil no mesmo período de 2014.

Mesmo com o avanço quantitativo nos diagnósticos de dengue, houve uma redução de 9,75% no total de casos graves. O recuo foi ainda mais significativo quando se observa o numero de mortes que caiu 31,5%, de 76 para 52 óbitos.

No total, 18 capitais estão em estado de alerta. Entre elas, São Paulo, Belo Horizonte, Rio de Janeiro e Vitória. Apenas uma esta em situação de risco.

Em numero de casos confirmados, o estado de São Paulo teve o maior crescimento: os registro saltaram de 15.605 para 123.738. Mais a maior quantidade de diagnóstico por 100.000 habitantes foi observada no Acre, onde a incidência cresceu de 40 para 695 por 100 mil habitantes.

Os registro em São Paulo passaram de 35 para 281 casos por 100.000 habitantes. No estado do Rio de Janeiro, o número absoluto mais que dobrou, de 2.678 para 5.693 casos. A OMS ( Organização Mundial da Saúde ) ressalta que a doença que mais cresce em numero de vítimas no mundo é a Dengue.

Os números confirmam a gravidade da situação. A população de se manter em estado de alerta, uma vez que a chegada do período das chuvas facilita a proliferação de criadouros dos mosquitos que causam a doença – é o mote permanente.

Febre Chikungunya

Já popularizada como “prima da Dengue”. Enquanto o número de casos de dengue diminuiu, o país passou a enfrentar em 2014 a introdução e o aumento nos registros de uma outra doença, transmitida pelos mesmos vetores da primeira: a febre chikungunya, conhecida como prima da dengue.

Até 27 de dezembro, já haviam sido confirmados 2.258 casos de chikungunya. No fim de novembro, um boletim do Min. Da Saúde, apontava 1.364 – um aumento de 65% em cerca de um mês. Do total de casos, 93 foram importados, ou seja, adquiridos por pessoas que viajaram para países onde também há transmissão da doença.

Os demais são casos autóctones adquiridos no Brasil. Os estados do Amapá e Bahia concentram a maior parte dos registros. O foco é maior em duas cidades Oiapoque ( AP) que já registra 1.146 casos e Feira de Santana (BA) com 816. O novo levantamento aponta ainda 198 casos confirmados em Riachão do Jacuípe (BA), um em Baixa Grande (BA) três no Distrito Federal e um em Campo Grande (MS).

SINTOMAS – A infecção por Chikungunya é semelhante a ocorrida pela Dengue. Os sintomas da doença são parecidos como febre, mal esta, dores e manchas vermelhas, mas o chikungunya pode causar dores mais fortes ( e de mais longa duração, até um ano ) nas articulações.

Eventualmente pode causar conjuntivite. As duas doenças são transmitidas pelos mosquitos Aedes aegypti e Aedes albopictus. No Brasil, não houve registro de transmissão de dengue pelo A. albopictus. Ao contrário da dengue no entanto, a chikungunya tem letalidade baixa – cerca de 1 morte para cada 1.000 casos. Em até um terço dos casos , as dores articulares continuam por um mês ou mais.

O Min. da Saúde afirma ter elaborado um plano nacional de contingência da doença, que prevê ações como intensificação das ações de vigilância, treinamento de profissionais e a preparação de laboratórios de referência para diagnóstico, além da eliminação de criadouros dos criadouros do mosquito.

Há informação ainda, de que pretende repassar, até o fim de janeiro, um verba compatível para o combate da dengue e da chikungunya. Tida como uma ameaça pan-americana, em expansão acelerada à semelhança da dengue não há vacina nem imunidade na população exposta. Sendo de baixa mortalidade mas de sintomas fortes, vem causando enormes sofrimentos na população atacada.

Em janeiro de 2014, já houve um salto de 111 para 1,16 milhão de casos, entre suspeitos e confirmados no continente americano, segundo a OMS. Supõe-se que no Brasil o pico de transmissão ainda esta por acontecer.

A Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Saúde do RJ esta atenta ao caso, mas confirma que a possibilidade de epidemias explosivas existe e que o risco é maior em relação à dengue.

Até o inicio de fevereiro havia risco de 44 casos, todos importados, com a entrada de 3 notificações. A recomendação sempre baseia-se na prevenção de criadouros de mosquitos transmissores, com a remoção de locais de água parada. A titulo de curiosidade, chikungunya significa “ aqueles que se dobram”, remetendo a fortes dores no corpo que fazem o individuo se curvar.

Febre do Nilo Ocidental

De introdução recente, o agente etiológico da Febre do Nilo é um vírus da família Flaviviridae, a mesma do agente etiológico das outras febres, incluindo a febre amarela.

Algumas aves silvestres migratórias são reservatórios de vírus, podendo vir a adoecer e morrer. O vetor de destaque na transmissão é o Culex quinquefasciatus, nosso pernilongo urbano de ampla Valencia ecológica e ampla distribuição. A febre do Nilo Ocidental é uma infecção viral que pode transcorrer de forma subclinica ou com sintomatologia de efeito distintos. O vírus do Oeste do Nilo afeta o sistema nervoso central.

Os sintomas variam. As pessoas geralmente desenvolvem sintomas entre 3 e 14 dias após terem sido picadas pelo mosquito infectado. Os sintomas severos podem incluir febre alta, dor de cabeça, rigidez do pescoço, torpor, desorientação, coma, tremores, convulsões, fraqueza muscular, perda de visão, entorpecimento e paralisia.

Estes sintomas podem durar varias semanas e os efeitos neurológicos podem ser permanentes. Sintomas mais moderados em algumas pessoas apontam que até 20% das pessoas que são infectadas exibem sintomas que podem incluir febre, dor de cabeça, dores no corpo, náusea, vômitos e às vezes aumento dos gânglios linfáticos ou erupção cutânea no tórax, barriga e dorso. Os sintomas podem durar poucos dias, embora ate mesmo pessoas saudáveis possam ficar doentes por varias semanas.

Também ocorre a infecção sem sintoma, onde aproximadamente 80% das pessoas ( cerca de 4 em 5 ) que são infectadas com o vírus do Oeste do Nilo são assintomáticas. O diagnóstico é por inoculação de soro sanguíneo em culturas celulares; ou pela sorologia.

Os graus de gravidade variam desde febre e mialgia até encefalite grave. As formas graves ocorrem com maior frequência em idosos. O Min. da Saúde registrou o primeiro caso de Febre do Nilo Ocidental ( FNO) em trabalhador rural no Piauí, em dezembro de 2014.

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